sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
quinta-feira, 20 de Agosto de 2009
terça-feira, 18 de Agosto de 2009
segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
quinta-feira, 13 de Agosto de 2009
quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
Não custa nada fazer....
As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes da estrada, os feridos têm um telemóvel consigo.
No entanto, na hora de intervir estes doentes, não sabem qual a pessoa a contactar na longa lista de telefones existentes no telemóvel do acidentado.
Para tal, a Cruz Vermelha lança a ideia de que todas as pessoas Acrescentem na sua longa lista de contactos o NÚMERO DA PESSOA a contactar em caso de emergência.
Tal deverá ser feito da seguinte forma: 'AA Emergência' (as letras AA são para que apareça sempre este contacto em primeiro lugar na lista de contactos).
É simples, não custa nada e pode ajudar muito a Cruz vermelha ou quem nos acuda.
Se lhe parecer correcta a proposta que lhe fazemos, passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos.
É tão-somente mais um dado que registamos no nosso telemóvel e que pode ser a nossa salvação.
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This is a recommendation of the Red Cross worldwide:
The ambulances and medical emergencies often realized in the road accident, the injured have a phone with you.
However, the time to speak these patients do not know which person to contact in the long list of mobile phones available in the rough.
To this end, the Red Cross launches the idea that everyone adds in their long list of the contact number for use in emergencies.
This should be done as follows: 'AA Emergency' (the letters AA are to appear when the first contact in the contact list).
It's simple, costs nothing and can help a lot to us and Red Cross help.
If you correct opinion that the proposal to do, pass this message to all your friends, relatives and acquaintances.
So, given that only one note in our mobile and can be our salvation.
segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
Ter razão... ou ser feliz?
"Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar em casa de uns amigos. A morada é nova, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber:
- Se tinhas tanta certeza de que eu estava a ir pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais...
Ela responde:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!"
MORAL DA HISTÓRIA:
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho-me perguntado: '
Quero ser feliz ou ter razão?
Outro pensamento parecido, diz o seguinte:
'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."
segunda-feira, 27 de Julho de 2009
Imigração
Um emigrante de Angola Chega a Portugal e é imediatamente trasladado para Lisboa no seu primeiro dia, decide sair a ver os arredores da sua nova cidade.
Andando rua abaixo em Lisboa, pára a primeira pessoa que vê e diz obrigado senhor Português por permitir-me estar em este país onde me deram casa e comida grátis, seguro, médico e educação grátis, obrigado.
a pessoa sorri e reponde: '... Sinto muito mas eu sou lituano! '
o Angolano continua rua abaixo e encontra a outro que caminhava na sua direcção e diz: senhor português, obrigado por este país tão belo que é Portugal.
A Pessoa responde: Sinto muito mas eu não sou português sou Romeno.
O Angolano continua o seu caminho para a seguinte Pessoa que vê na rua cumprimenta-o e diz: obrigado por este país tão belo que é Portugal.
a Pessoa após o cumprimentar diz: muito bem mas eu não sou português sou Marroquino.
O angolano continua o seu caminho e finalmente vê uma senhora bem vestida que vem a seu encontro e pergunta: você é Portuguesa?
A mulher sorri e diz: Sim e não, sou cigana.
Estranho e confuso o angolano pergunta: mas onde estão os portugueses?
A cigana olha-o de cima abaixo e reponde: espero que a trabalhar para nos sustentar.

